sábado, 27 de setembro de 2014

Como ter paciência nas tentações?



Meus irmãos, tende grande gozo quando passardes por várias tentaçõesSabendo que a prova da vossa fé opera a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte. Tiago 1:2-6

Tornar-se cristão não isenta automaticamente um crente das dificuldades (veja em João 15:20; 2 Timóteo 3:12; 1 Pedro 1:6-7; 4:12-19). O comportamento adequado ao se encontrar a adversidade é ter grande gozo, que não é uma reação emocional, mas uma avaliação inteligente e deliberada da situação de acordo com a perspectiva de Deus, encarando as tentações como forma de crescimento moral e espiritual. Não regozijamos nas tentações em si, mas em seus possíveis resultados. Prova contém a ideia de testar autenticidade. As tentações servem como uma disciplina para purificar a fé das impurezas, afastando o que é falso. Paciência não é uma mera resignação passiva às circunstâncias adversas, mas uma firmeza positiva que resiste bravamente. Perfeitos não denota a absoluta falta de pecado, mas contém a ideia de ser completamente desenvolvido ou maduro. A sabedoria que se poderia ter ao pedir “com fé” (v.6) não é um conhecimento intelectual ou especulação filosófica, mas uma compreensão espiritual do propósito das tentações. Quando Deus concede um dom, Ele o faz liberalmente e não lança em rosto, isto é, generosamente, não ofensivamente, orgulhosamente ou com má vontade.

Mantenha-se firme e confiante em Deus diante das tentações e provações, peça a Ele sabedoria para discernir a situação e amadurecer com a experiência, assim sua fé será mais fortalecida e você mais amadurecido em seu relacionamento com Deus. Confie que o Senhor Deus tem sempre o escape diante das tentações e ajuda nas provações, Ele tem sempre o melhor para você, procure ter a visão correta diante das situações e jamais use qualquer argumento para justificar ceder às tentações. Cuidado com a ideia de que o cristão jamais passa por momentos difíceis e não sofre, isso jamais teve relação com a Bíblia, o próprio Jesus disse que no mundo teríamos aflições, mas que tivéssemos bom ânimo, pois Ele venceu o mundo ( Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16:33 ). As tribulações têm propósitos, elas nos proporcionam a paciência e a perseverança, moldando nossa vida para o amadurecimento espiritual até atingirmos a estatura do homem prefeito: Cristo! Isso será concluído quando finalmente estivermos com Cristo na Glória!

Bem-aventurado o homem que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam. Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. Tiago 1:12-15



sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Plano Temático de Leitura da Bíblia - Gênesis

PLANO TEMÁTICO DE LEITURA DA BÍBLIA - Gênesis

Olá queridos!

Quanto mais opções de planos de leitura para auxiliar os adolescentes na leitura da Bíblia, melhor!
Então, qual o diferencial desse plano de leitura?  Ele é temático! Significa que nele há uma seleção dos principais temas e histórias da Bíblia de cada livro – neste é o de Gênesis – em que você poderá extrair preciosas lições para sua vida. 

Os adolescentes podem utilizá-lo para leitura bíblica diária em seus devocionais e os líderes podem utilizá-lo também como recurso mas reuniões de estudos bíblicos, nos clubes bíblicos, células etc.

Boa leitura e estudos!
Deus te abençoe!
Abraços,
Janaína Costa.
ministerio.c.adolescentes@gmail.com

Veja abaixo o Plano Temático de Leitura da Bíblia - Gênesis



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Academia de Deus!

Academia de Deus!
Por Pr. Wanderley Rangel Filho
    

A anestesia eliminou em muito a dor durante as intervenções médicas e ortodônticas! Que bom! Só que esta ideia “anestésica” passou do âmbito físico/corporal para um modo de vida: Vida é viver sem dor é sem sofrimento.
     Dor/sofrer é estar fora do padrão que é alegria e prazer o tempo todo. Sofrimento passa a ser punição e fracasso: “Algo está errado comigo!” O resultado desde raciocínio é a busca frenética do bem estar chegando aos comportamentos inadequados, antissociais, infringentes e ao uso das drogas (uma maneira de anestesiar a vida).
     Mas na vida real, lúcida, rumo à maturidade, o sofrer faz parte do crescer. Observe os medalhistas olímpicos, quantos esforços (dor e sofrimento) treinos, disciplinas, dietas, renúncias, para chegarem ao pódio.
     Deus permite situações (provações) de dor e sofrimento para nos exercitar, lapidar, podar visando desenvolver caráter, fé, confiança, perseverança e dependência Nele.
     Sofrer e dores fazem parte da vida. Decepções com pais, parentes, amigos e autoridades, frustrações por expectativas, desejos e sonhos não realizados. “Portas fechadas” e “Nãos” fazem parte da agenda da vida. Até dá e em algumas situações devemos evitar, mas a inevitabilidade da dor e do sofrer são fatos. Anormal é não ter dor e nem sofrer. Seria um viver de “anestesia geral”! E quem está assim não está vivendo, está dopado!
     Veja a vida como uma academia, academia de Deus! Nesta academia não há imediatismo, mas processo. Deus trabalha no dia a dia, estamos em constante condicionamento, disciplina com discipulado. Não há como “bombar” na caminhada espiritual, mas unicamente na rota do dia a dia com seus altos e baixos, dores e alívios, tristezas e alegrias.
     Como a carta de Tiago orienta: “... tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações,...” Tg 1:2. Sem sofrimento não há crescimento e sim atrofiamento.
     Portanto, jovem adolescente, faça dos momentos de dor/sofrer uma oportunidade para desenvolver, crescer e fortalecer, como numa academia, os músculos da fé, condicionar seu caráter ao de Cristo e aumentar seu “tônus” espiritual.  Na academia de Deus nos tornamos “sarados, tanquinhos e bem definidos”.
     “Chega de Sofrer”? Não! Chega sim de amolecer, esmorecer e baixa resistência. Exercitar? Sim! Com dor e sofrimento, só assim haverá aprimoramento, desenvolvimento e fortalecimento. Assim é Academia de Deus!

Fonte: Extraído, com autorização, de www.pavi.psc.br . Texto original aqui

Versículo da Semana: Salmo 119:45

Andar em liberdade e observar (obedecer) a Palavra de Deus: Tudo a ver! 
Salmo 119:44-46 - O salmista fala a respeito de guardar as leis e permanecer livre. Ao contrário do que muita gente pensa, obedecer às leis de Deus não representa proibições e restrições, pois elas nos libertam para sermos o que Deus planejou para nós. Quando vivemos de acordo com a vontade de Deus, temos liberdade para cumprir seu plano para a nossa vida.

sábado, 13 de setembro de 2014

Alguns pregam a Cristo por inveja e rivalidade, mas outros o fazem de boa vontade!

Alguns pregam a Cristo por inveja e rivalidade, mas outros o fazem de boa vontade! Filipenses 1:15-18


Aqueles que conhecem a Cristo e já não vivem mais segundo o velho homem têm suas motivações saudáveis e não nutrem sentimentos facciosos. Pastores, Líderes, Professores etc são pessoas que desenvolvem ministérios e são uma referência para os outros. É inconcebível que haja entre os irmãos, principalmente entre as lideranças, perseguições, ciúmes, e até injúrias porque veem no outro uma ameaça ao seu ministério e o povo não deve se afeiçoar a eles. Não é de hoje que há esse tipo de situações na igreja, Paulo já enfrentava fatos semelhantes quando escreveu aos Filipenses, por volta de 60-64 d.C.  “É verdade que alguns pregam a Cristo por inveja e rivalidade, mas outros o fazem de boa vontade. Estes o fazem por amor, sabendo que aqui me encontro para a defesa do evangelho. Aqueles pregam a Cristo por ambição egoísta, sem sinceridade, pensando que me podem causar sofrimento enquanto estou preso. Mas, que importa? O importante é que de qualquer forma, seja por motivos falsos ou verdadeiros, Cristo está sendo pregado, e por isso me alegro. De fato, continuarei a alegrar-me,” Filipenses 1:15-18.  

Paulo era convicto de sua chamada e ministério (Atos 20:24),  as oposições não mudavam sua postura e missão, mesmo diante de todo sofrimento que passava, pois via neles uma oportunidade e propósitos divinos - Deus está acima de toda adversidade (Filipenses 1:12) ; seu conselho para a Igreja era que os irmãos nutrissem e seguissem o mesmo sentimento de Cristo Jesus – O EXEMPLO DE SERVO. Que foi humilde e obediente até o fim (Veja Filipenses 2:5-11). Por mais que Paulo se entristecesse em ver pessoas com sentimentos e ações tão contraditórias à fé, ele sabia que aquele que julgará todas as coisas é o que recompensará cada um segundo às suas obras (1 Coríntios 3:13). Nosso objetivo é comum, aqueles que buscam em primeiro lugar o Reino de Deus não lutam entre si, não competem pelo amor e atenção dos outros, não se ofendem com os dons e talentos de outros porque se sentem ameaçados! O que completaria a alegria de Paulo era que a igreja tivesse o mesmo pensar, mesmo amor e mesmo ânimo, para aquilo que era o objetivo comum da igreja: Jesus Cristo! Tudo é Cristo, por Cristo, em Cristo e para Cristo. Importa que Ele cresça e que nós diminuamos. Se por estarmos em Cristo, nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros. Filipenses 2:1-4.

Alguns ao perceberem as necessidades e fragilidades dos outros, veem uma oportunidade de servir para ajudar a crescer, mas nem todos têm essa motivação, e usam a oportunidade para destruir e assim se sobressair como os melhores, únicos e mais especiais e capacitados que os demais.

Se você, líder, está passando por uma situação extrema de oposição e perseguição em sua igreja e ministério, ore ao Senhor Deus para que você tenha a visão correta da situação e sabedoria para lidar com a adversidade, não acentue a discórdia, nem a contenda, procure seguir o exemplo de Cristo e, assim como Paulo, mantenha-se prosseguindo para o alvo e correndo a corrida. Não desista! Observe a maneira como Paulo lidou com as situações extremas de oposição que passou no seu ministério, até mesmo quando questionaram sobre sua capacidade e apostolado (Veja em Gálatas). Muitos, de vários Estados de nosso país, têm compartilhado situações extremas que estão vivenciando em seus ministérios, estou orando por vocês e peço aos irmãos que orem também, clamemos pela igreja, clamemos por pastores e líderes dados por Deus, com motivações saudáveis e que sejam servos, comprometidos com o Reino de Cristo e não com seu próprio Ego!

Deus abençoe sua vida e ministério!
Abraço,
Janaína Costa
ministerio.c.adolescentes@gmail.com 




sexta-feira, 12 de setembro de 2014

“Método Oração na Mão” – Cinco Aspectos Essenciais da Oração

“Método Oração na Mão” –
Cinco Aspectos Essenciais da Oração

Reunia-me com um grupo de adolescentes todos os sábados para nossas tardes de estudo bíblico, tínhamos nosso momento para a oração e percebia que havia muita dificuldade dos adolescentes orarem. E quando oravam, era por um curtíssimo período de tempo e ainda meio dispersos. Então me preocupei e tivemos vários estudos sobre a importância da oração. Em um desses dias, após refletirmos sobre o que a Bíblia ensina a respeito da oração e sua importância na vida do cristão, mesmo assim eles continuavam com dificuldade na hora de orar. Foi então que comecei a utilizar várias estratégias práticas para exercitarmos a oração durante nossas reuniões e para eles praticarem em casa. Lembro-me do dia que utilizamos esse método da “Oração na Mão”, foi muito gostoso esse tempo com eles, e como foi maravilhoso vê-los orando com mais facilidade e desenvoltura.

Vou contar-lhes como fiz: Fiz um desenho de mão bem grande e pus nela os cinco aspectos em cada um de seus dedos, correspondendo uma sequência, como etapas na oração e neles os versículos relacionados. À medida que íamos lendo as referências bíblicas e explicando cada aspecto, praticávamos em oração, por exemplo: quando lemos os versículos relativos à confissão, expliquei para eles o que é confissão, lemos os versículos relacionados, citamos exemplos, após explicitarmos o aspecto, então tiramos um pequeno momento para cada um, em particular, fazer suas confissões a Deus, depois fizemos a mesma coisa com o aspecto seguinte, o da petição e assim até concluirmos todos os aspectos. No final, havíamos orado seguindo os cinco aspectos e sem perceber o tempo, os adolescentes haviam orado mais por quase uma hora! Eles gostaram muito. Você pode utilizar esse método para ensiná-los a orar e fazer cópias do desenho do método para eles levarem para casa, até conseguirem memorizar e fazer naturalmente durante seus períodos de oração.

Muitos crentes acham que a oração, especialmente passar longos períodos de tempo em oração, pode ser uma das partes mais difíceis de disciplina espiritual. O método “Oração na Mão” é uma maneira fácil de lembrar os cinco aspectos essenciais da oração: Confissão, Petição, Intercessão, Ação de Graças (Agradecimento) e Louvor. Ore seguindo cada um desses cinco propósitos, utilizando o método para percorrer cada um. Lembre-se que a oração, em última análise, alinha nossos corações com Deus, e assim como o quinto aspecto explica abaixo (ilustrado pelo polegar), louvar a Deus deve permear todas as partes de nossa oração. 

O método é bem simples:
- Cada dedo representa um aspecto da oração
- Para cada aspecto memorize versículos para utilizar na oração (aprender orar utilizando a Palavra de Deus)
- De preferência siga a sequência dos dedos correspondendo aos aspectos (apenas para nortear e não ficar disperso)
- Esses versículos aqui mencionados são apenas algumas referências relacionadas a cada aspecto, quando memorizá-los e utilizá-los na oração, você pode pesquisar por mais versículos relacionados para utilizá-los também, quanto mais memorizar, melhor. É muito bom e apropriado orarmos utilizando a própria Palavra de Deus com suas promessas.

Observe a ilustração abaixo:

Veja cada aspecto:

1) O dedo mindinho representa confissão - Concordamos com Deus sobre nosso pecado, isso é reconhecer nossas fragilidades, fraquezas e dependência de Deus para amá-lo, servi-lo e obedecê-lo. (Memorize versículos relacionados para utilizar na oração.) Referência Bíblica: 1 João 1:9 - ". Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" 
(Outros versículos relacionados: Provérbios 28:13;Atos 3:19)

2) O dedo anelar representa petição – Pedir para Deus que supra nossas necessidades e comunicarmos a Ele as particularidades de nosso coração, nossos anseios, sempre se dispondo a fazer a sua vontade. Referência Bíblica: Filipenses 4:19 - "O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.

(Outros versículos relacionados: Filipenses 4:6,7; Lucas 12:29-31)
3) O dedo médio representa intercessão – Agora vamos orar pelos outros, para que Deus supra suas necessidades, orarmos por nossa família, pelos amigos, pela igreja, pela nação, pela salvação daqueles que não conhecem a Jesus etc. Referência Bíblica: Efésios 6:18 -19 – “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos, E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho,

(Outros versículos relacionados: Efésios 1:16; João 17:9)
4) O dedo indicador representa  ações de graças (agradecimento) - Agradeça a Deus pelo que Ele tem feito em/por você e através de você. Agradeça pelas respostas das orações na vida das pessoas ao seu redor e por sua obra em todo o país e no mundo. Agradeça pelos seus pedidos e necessidades apresentados, seja grato por tudo diante de Deus. Referência Bíblica: Efésios 5:20 - "... dando sempre graças a Deus Pai por tudo, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. " 
(Outros versículos relacionados: 1 Tessalonicenses 5:18)

5) O polegar representa louvor – Que nosso prazer seja louvá-lo e adorá-lo, isso pode ser feito também juntamente com todos os outros aspectos, exalte a Deus reconhecendo sua soberania e majestade, louve pelo que Ele é e representa para sua vida, como seu Deus, Senhor e Salvador! Referência Bíblica: Salmo 146:1-2 - "Louvado seja o Senhor. Louvado seja o Senhor, a minha alma. Louvarei ao Senhor toda a minha vida;  Cantarei louvores ao meu Deus enquanto eu viver ".

Quanto mais os adolescentes praticarem esses aspectos quando orar, mais facilitará para que aos poucos eles mesmos tenham suas próprias maneiras e seu tempo seja mais bem aproveitado na oração, não ficando dispersos, pois esse método norteia, ele não mecaniza, pois o que se grava são apenas os aspectos em sua sequência, que não é taxativa, ele pode seguir outra ordem, isso apenas direcionará para suas palavras relacionadas aos aspectos da oração. Não haverá palavras decoradas, isso é apenas um direcionamento sobre como orar. Eles não são taxativos, com o tempo eles vão amadurecendo e passando mais tempo na oração e se aprimorando, principalmente se combinarem com a leitura e estudo da Palavra de Deus em seu período devocional diário. 

Dicas importantes para escolha e realização de Dinâmicas, Jogos e Brincadeiras.

Dicas importantes para escolha e realização de Dinâmicas, Jogos e Brincadeiras.

O título dessa publicação bem que poderia ser “Regras para recolha e realização de dinâmicas e brincadeiras”. Sim, regras, porque são indispensáveis para utilizarmos esse tipo de recurso nos ministérios. Não podemos considerar que basta pesquisar simplesmente buscando na internet ou em livros e meramente aplicarmos dinâmicas, jogos e brincadeiras sem nenhum critério. Isso é um grande equívoco e pode gerar sérios prejuízos. Alguém pode perguntar: Mas não é apenas uma brincadeira, uma simples dinâmica ou jogo? Não! Não é meramente assim. Lidamos com vidas, e o que fazemos traz repercussões, gera reações, trazem conceitos e reflexões, nossas atividades nos ministérios não devem ser de improviso, mas planejadas, com objetivos específicos a alcançar e as dinâmicas reforçam esses objetivos, através delas criamos o ambiente propício para iniciar ou reforçar um ensino, integrar o grupo, socializar, favorecer resolução de conflitos, entreter e descontrair dentre outros propósitos.

Muitas vezes, pesquisando por dinâmicas, vejo que muitas não estão relacionadas à lição ou estudo, parecem “forçar” uma situação, pois não se aplicam ao princípio que se pretende ensinar. Já vi dinâmicas em livros que podem gerar constrangimentos e até Bullying, principalmente entre pré-adolescentes e adolescentes, há casos de brincadeiras em acampamentos que levaram pessoas até à morte.

Então, não é tão simples assim como se pensa, para isso, dispomos aqui de algumas dicas básicas que devem ser levadas em consideração para elaboração/escolha e aplicação de dinâmicas, jogos e/ou brincadeiras.

1) PLANEJAMENTO: Não devemos realizar as atividades do ministério sem planejamento. Um líder ou professor da EBD não deve também planejar sua reunião e aula bíblica em cima da hora. É preciso dedicação, tempo para planejar, sentar-se, refletir, pesquisar, ler e...

2) ORAÇÃO: Não faça seus planejamentos e atividades sem oração. Há pessoas que passam mais tempo preparando algo que orando, é preciso equilíbrio, mas a oração não pode ser negligenciada. Sem Deus nada podemos fazer e não chegaremos ao objetivo desejado. A ação do Espírito Santo é fundamental. Para isso, precisamos nos dedicar a oração para tudo que formos realizar.

3) CRITÉRIO: Critério está relacionado a um padrão que serve de base para nossas escolhas. Isso significa que ao lermos algo, não aceitamos cegamente, nem nos empolgamos de súbito sem levar em consideração as suas repercussões, consequências. Isso envolve o bom senso, envolve o equilíbrio e também sabedoria, envolve até mesmo conhecimento da Palavra de Deus, pois nada deve estar desvinculado dos princípios e fundamentos bíblicos.

4) OBJETIVO: No seu planejamento, de acordo com o tipo de estudo, aula, objetivos da lição, tipo de reunião que pretende realizar, público alvo, idade, local, hora, recursos humanos e materiais.  Enfim, deve-se responder algumas perguntas tais como: 1) o que você realizará? 2) quais objetivos pretende alcançar? 3) como pretende realizar? 4) o que precisa para alcançar esses objetivos? Etc.

5) MODALIDADE: De acordo com o tipo de atividade, local, faixa etária, objetivos, recursos, então você escolhe qual modalidade de dinâmica vai realizar: se é para abrir uma reunião, se é para iniciar um assunto, se é para socializar um ensino, se é para levar a uma reflexão e iniciar um debate, se é para uma gincana valendo pontos para os grupos, se é para diverti-los etc. Há dinâmicas de entrosamento, de integração, quebra-gelo, entretenimento, autoexame, para ponto de partida, para propor uma solução de conflito etc. De acordo com os seus objetivos definidos e desenvolvidos no seu planejamento então fará sua escolha.
ATENÇÃO! Não necessariamente todas as dinâmicas e jogos têm que ter aplicações bíblicas, há também atividades para entreter, descontrair, brincar, isso também é importante, vai depender de seus objetivos estabelecidos e planejamento. Gosto muito de utilizar as brincadeiras no final das reuniões.

6) COERÊNCIA: Não adianta simplesmente achar uma dinâmica legal porque você viu sendo aplicada numa reunião que visitou e querer aplicá-la a todo custo. É preciso ver se ela é coerente ao seu grupo, se corresponde ao que você pretende. Escolher por escolher em nada resulta. Você tem propósitos, não se faz nada aleatoriamente e nem de improviso. Então, perceba:

- Como é seu grupo, suas características e peculiaridades?
- Qual o tamanho do grupo?
- Qual a faixa etária?
- Qual o tipo de reunião?
- Qual o local? Fechado ou ao ar livre? Grande ou pequeno?
- Quais recursos dispõem ou podem conseguir para realizar?
- Qual o horário?
- Qual a sua realidade?
- Precisarão de uma roupa adequada, específica para o tipo de atividade?
- Há alunos com necessidades especiais? Como envolvê-los também?
- Há alunos com problemas específicos de saúde que precisam de atenção? Que não podem participar de determinados tipos de atividades?
- Etc.

7) ADAPTAÇÃO/CORAGEM: Você pode encontrar uma ideia muito interessante, mas que não se adequa em tudo ao seu grupo, você pode adaptá-la à sua realidade, se assim for possível. Não tenha medo de experimentar ideias novas, medo de não dar certo e de na hora não ter o resultado imaginado, faça, rearranje, adapte, improvise. Não vale improvisar sem antes planejar, mas se tudo foi planejado e na hora houver algum imprevisto, você pode ser criativo improvisando para não deixar o ânimo desandar, entendeu? Mas não force, se melhor, pare e comece outra atividade!

8) ENTUSIAMO:  Tem coisa pior que alguém fazer uma dinâmica todo desanimado? Não acreditando naquilo que faz? Então, com equilíbrio, seja animado e anime o grupo, demonstre satisfação em estar com eles e alegria em poder compartilhar aquele momento. Leve na esportiva quando alguém disser algo negativo, se você vai desenvolver uma atividade precisa estar seguro e acreditar naquilo que está fazendo.

9) TESTE ANTES: Avalie a dinâmica que vai fazer, se possível teste antes, imagine as situações possíveis. Certa vez uma professora simplesmente viu na internet uma dinâmica que fazia o ovo “flutuar” no copo d’água e não atentou para a leitura por completo, então para uma aula, como não havia planejado uma atividade antes, lembrou na hora dessa dinâmica que havia visto e ao sair para aula pegou rapidamente água e um ovo, na hora, que vergonha, nada aconteceu como havia dito, todos os alunos perceberam que ela não havia planejado. Leia, releia, teste se preciso, faça tudo com antecedência e zelo.

10) SEJA JUSTO NAS REGRAS E PREMIAÇÕES: Não favoreça ou desfavoreça injustamente.

11) CUMPRA O QUE DIZ: Se prometer premiações, cumpra. Nem toda dinâmica e brincadeira você precisa levar um prêmio, claro que isso é mais animador, mas não é o fundamental. Às vezes não dá para levar um prêmio para todas as aulas, mas no dia que prometer, cumpra.

12) SEJA SENSÍVEL ÀS REAÇÕES DO GRUPO: Não force algo que não estão correspondendo. Esteja atento. Veja se há feedback (retorno, resposta, ação do grupo, realimentação). Não force uma atividade se não há resposta positiva, não repita ao extremo só porque gostaram. SEJA FLEXÍVEL! Se uma atividade não funciona, não insista, tenha lucidez de mudar a tempo.

13) SEGURANÇA/PREPARE-SE BEM: Tem coisa pior que você começar uma atividade e parar porque não lembra mais como se faz? Então, se vai realizar algo, como já falamos, esteja seguro do que vai fazer! Outra coisa, separe e leve os materiais que vai utilizar com antecedência, não chegue para preparar em cima da hora com todos os alunos em sala, chegue antes deles e prepare tudo que vai utilizar.

14) CUIDADO: Na ânsia de fazer atividades radicais pode haver descuido e exageros, brincadeiras ou dinâmicas envolvendo alimentos, fogo, água, riscos de qualquer natureza. Evite! Você pode fazer atividades emocionantes e radicais sem precisar por a vida dos adolescentes em risco.

15) DIVULGUE E ANIME-OS: Comece a empolgar cedo os adolescentes, quando você planeja pode divulgar como serão legais as próximas atividades, assim já anima-os para irem e também a convidar seus colegas.

16) NÃO FAÇA DAS ATIVIDADES ALGO MAIS IMPORTANTE QUE AS PESSOAS ENVOLVIDAS:  As atividades existem em função das pessoas e não o contrário.

Não planeje as atividades pensando em si mesmo, mas nos adolescentes!

17) COMUNICAÇÃO: Saber se expressar e como explicar uma atividade é fundamental. Falar de modo compreensível sem entraves de qualquer espécie na comunicação repercute na performance da atividade. Certifique-se de que todos entenderam antes de começar!

18) EQUILÍBRIO: Ao planejar a sua aula ou reunião de estudo tenha equilíbrio nas atividades, há tempo para tudo, não priorize demasiadamente as dinâmicas e brincadeiras, elas têm seu espaço próprio, dependendo do tipo de reunião. Priorize o ensino da Palavra de Deus!

19) NOME/ENVOLVIMENTO: Chame os adolescentes pelo nome. Você também pode envolvê-los na preparação e condução das atividades.

20) AVALIAÇÃO: Sempre avalie suas atividades após as aulas/reuniões/encontros etc. Escreva o que funcionou bem ou não. O que pode ser repetido ou não. Apreendemos sempre com a autoavaliação. A humildade é muito importante para reconhecer nossas dificuldades buscando aprimoramento e assim fazermos nosso trabalho cada vez melhor. 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Dinâmicas para utilizar no Ensino Bíblico

DINÂMICAS PARA UTILIZAR EM REUNIÕES DE ENSINO BÍBLICO (PG, Células, EBD, CB etc)



Essas dinâmicas podem ser utilizadas para:

- Recapitular um ensino estudado
- Introduzir um assunto/lição para estudo
- Avaliar conhecimento bíblico
- Socializar o ensino

I) “QUAL É A PALAVRA-CHAVE?”

Forme grupos para que respondam as perguntas para descobrirem a palavra-chave.
Formule perguntas relacionadas ao tema estudado que levem a formar uma palavra-chave. Você pode ou não formular as perguntas de modo que a primeira letra de cada resposta corresponda a uma letra da palavra-chave, como desejar.

Como usar a dinâmica:
a) Faça cartões tendo de um lado um número e de outro uma pergunta.
b) A primeira letra da resposta de cada pergunta poderá pertencer ou não à palavra-chave.
c) Pedir a um adolescente que escolha um número. Vire o cartão correspondente ao número e leia a pergunta. E assim até responderem todas as perguntas que se fizerem necessárias para descobrir a palavra-chave.
d) Depois de respondidas todas as perguntas com as dicas, peça a cada grupo que forme a palavra-chave correspondente ao tema estudado.
e) O grupo que responder a palavra-chave igual a que você escreveu ganha um prêmio. (Ponha a palavra-chave em um envelope para apresentar-lhes no final da dinâmica).

Observações:
- As perguntas deverão ser feitas em quantidade suficiente para que descubram a palavra-chave.
- Para responder as perguntas você poderá utilizar as seguintes opções: 1) cada grupo responde uma pergunta; 2) o grupo que souber responde primeiro.

II) “OLHE, LEMBRE E RESPONDA!”

Faça uma lista de questões que deseje recapitular ou avaliar o aprendizado ou o conhecimento bíblico.
Ponha a resposta de cada uma das perguntas em cartões e do outro lado do cartão um número.
Fixe os cartões em um quadro, flanelógrafo ou placa de isopor.
Você pode dividir os adolescentes em grupos ou não.

Como usar a dinâmica:
a) Cartões tendo de um lado um número e do outro lado palavras que correspondem à resposta daquela pergunta. Estes cartões serão presos ao flanelógrafo ou pinos ou outra forma de grudá-los a um quadro com os números à vista.
b) Vire todos os cartões com as respostas e peça à classe que olhe com atenção o que está escrito em cada cartão.
c) Após alguns minutos dados para eles visualizarem as respostas, vire aleatoriamente os cartões com a face dos números.
d) Explicar que irá fazer perguntas cujas respostas deverão ser dadas através dos números. Se o número dado pelo adolescente não corresponder à resposta da pergunta, o cartão voltará a sua posição antiga, isto é, o número para cima.

Observação:
- O líder ou professor terá o cuidado de não colocar os números em sequência.

III) “BOLA DA VEZ”

Como usar a dinâmica:
a) Utilize uma bola pequena.
b) Faça perguntas em tiras de papel, relativas ao tema estudado.
c) Desenvolva o conteúdo da aula.
d) Forme um círculo com todos os presentes na sala.
e) Distribua as tiras de papel entre os adolescentes.
f) Jogue a bola para um deles. Este deverá responder à pergunta que está no seu papel.
g) Caso ele não saiba a resposta, deve jogar a bola para outro aluno que deverá respondê-la. Assim por diante até que alguém responda.
h) Após terem respondido a pergunta, para continuar, aquele que tinha a bola deve escolher um dos alunos para responder sua questão e assim passar a bola para outro caso não saiba e assim sucessivamente até que todas as perguntas sejam respondidas e todos participem...

IV) “ESTUDO POR TODOS”

Esta atividade é ótima para lições da EBD

Como usar a dinâmica:
a) Dividir a classe em grupos.
b) Dividir o assunto em partes iguais ao número de grupos.
c) Entregar a cada grupo parte da síntese do assunto para estudarem durante 10 minutos.
d) Pedir que comentem por escrito o que entenderam e as dúvidas que permaneceram.
e) Trocar as partes e os comentários entre os grupos, pedindo que analisem e completem o trabalho.
f) Prosseguir até que o trabalho volte ao grupo original, que deve rever e dar unidade ao seu tema.
g) Pedir a um componente de cada grupo para que leia o resultado.
h) O líder ou professor faz a conclusão.


V) “ENCONTRE E DESCUBRA”

Esta é uma técnica que pode ser utilizada para começar uma aula ou estudo.

Como usar a dinâmica:
a) Esconda várias gravuras/figuras relacionadas ao assunto que irão estudar.
b) Pedir aos alunos que procurem gravuras escondidas na sala de aula.
c) Quando encontrarem as gravuras peça que “descubram” sobre qual tema irão estudar de acordo com o que eles perceberem nas gravuras e se há relação entre elas.
d) Após a discussão, desenvolva o conteúdo da aula de preferência utilizando as gravuras nos pontos a desenvolver no estudo.

VI) “CADA CASO, UM PONTO”

Como usar a dinâmica:
a) Conforme o assunto que você for ministrar o ensino/lição, desenvolva “estudos de caso” para cada ponto ou tópico que irá explorar. Assim, antes de você apresentar os tópicos da lição ou assunto, apresente inicialmente o “caso prático”, para que os alunos discutam e apresentem soluções à luz da Bíblia e depois apresente para eles o tópico com as referências bíblicas e o direcionamento da Palavra de Deus ao assunto.
b) No final, discutam como nossas conclusões podem mudar e serem melhores quando conhecemos a Palavra de Deus. Analisem as soluções apresentadas antes e depois da exposição do assunto através da Bíblia.

VII) “APF EM AÇÃO”

Como usar a dinâmica:
Divida os alunos nos seguintes grupos:

1)”Apresentador”
2)”Perguntador”
3)”Finalizador”

a) Distribua partes da lição ou do assunto que será estudado entre os grupos.
b) Dê aos grupos 10 a 15 minutos para estudar, discutir e fazer seu relatório, conforme abaixo:

- O grupo “Apresentador” deverá apesentar o assunto (cada membro do grupo poderá ficar com uma parte do assunto para expor para turma)- 5 minutos;
- O grupo “Perguntador” deverá fazer algumas perguntas sobre o assunto para apresentar para turma e assim desenvolver uma pequena discussão sobre o assunto/tema - 5 minutos;
- O grupo “Finalizador” deverá fazer as conclusões do que foi estudado e de sua importância prática para vida deles - 5 minutos.

Obs.: Esse tempo é uma sugestão, você analisará conforme o tamanho dos grupos e os tópicos estudados. Contanto que não ultrapassem 20 minutos ao todo.

c) O líder ou professor finaliza desenvolvendo o que for necessário à complementar o assunto e aplicando o ensino à vida dos alunos.

VIII) “PERGUNTA CIRCULAR”

Como usar a dinâmica:
a) Após estudar a lição ou um determinado assunto, distribua uma folha com algumas questões para recapitulação e fixação do que foi estudado.
b) Ponha uma música ambiente (não muito alto o volume) e entregue a folha e uma caneta ou lápis para um dos alunos iniciarem a rodada.
c) Ao iniciar a música, a começar pelo aluno que recebeu a folha de questões, ele deve responder a primeira questão e logo em seguida entregar ao próximo aluno em sentido horário ou anti-horário (você escolhe) que deverá responder a questão seguinte.
d) Cada aluno terá apenas 1 minuto para responder sua questão.
e) Se a música parar no aluno que estiver com a folha de questões, ele deve ler a pergunta e responder para todos ouvirem.
f) No final da atividade, leia as perguntas e as respostas e discutam sobre elas.

IX) “ZUM-ZUM”

Como usar a dinâmica:
a) Providencie cópias dos tópicos do assunto/lição que irão estudar.
b) Divida os alunos em duplas ou trios.
c) Cada dupla ou trio deve escolher seu líder.
d) Cada dupla ou trio receberá um tópico do assunto e terá 5 minutos para lerem e discutirem o conteúdo.
e) Quando o líder ou professor avisar (pode utilizar um apito ou sino), as duplas ou trios devem se misturar mudando de grupo permanecendo apenas o líder de cada um deles.
f) Os membros que mudarem de grupo devem ouvir do líder do outro grupo o assunto deles e eles devem apresentar àquele líder o assunto de seu grupo também.
g) Eles terão dois minutos para apresentarem seus respectivos tópicos um para o outro. (O líder ou professor marcará o tempo e apitará ou avisará quando deverem mudar de grupo)
h) Os membros das duplas ou trios devem circular interagindo com os líderes dos demais grupos até voltarem para seu líder e grupo original, quando todos tiverem ouvido sobre todos os tópicos da lição/estudo.
i) Após a atividade desenvolva o assunto do estudo ou lição.

X) “CAIXINHA DE SURPRESA”

Como usar a dinâmica:
a) Escreva em pedaços de papel frases, versículos e perguntas relacionados com a lição ou assunto que irão estudar.
b) Cole as frases, versículos e perguntas nas embalagens de bombons ou chocolates e ponha-os em uma caixa.
c) Antes de iniciar o assunto, diga que cada aluno poderá pegar na caixa surpresa um bombom ou chocolate.
d) Depois que cada um estiver com seu bombom ou chocolate, diga que observe a “surpresa” nele contida e o que está escrito nela.
e) Cada um deverá ler o conteúdo escrito na folha ou pedaço de papel fixado no bombom ou chocolate recebido.
f) Quem tiver uma frase ou versículo deverá comentar rapidamente o que entendeu sobre o que leu e quem tiver uma pergunta deverá respondê-la.
g) Com essa atividade, o assunto será introduzido e você poderá depois desenvolvê-lo usando como gancho os comentários e as respostas dos alunos.