sábado, 23 de novembro de 2013

Festa da Pipoca!

“A FESTA DA PIPOCA!”

Que tal aproveitar as férias e fazer algumas festas temáticas com os pré-adolescentes e ou adolescentes? Você pode fazer também essas festinhas para confraternização, no encerramento das lições da Escola Bíblica, para fechar uma série de estudos no Clube Bíblico ou Célula etc.

Primeiramente vamos para a organização, trabalhar em equipe é sempre a melhor opção, se você não tem pessoal suficiente em sua equipe de liderança, não se preocupe, envolva os próprios adolescentes nas atividades, eles já podem e devem servir, são capazes e muito criativos, tem energia e disposição, aproveite para envolvê-los ativamente nos trabalhos.

Vamos lá!

EQUIPES

EQUIPE 1 – PROGRAMAÇÃO
Essa equipe ficará responsável pela elaboração do programa, e pela divisão do trabalho das outras equipes. Escolherá local, data, horário, convites, atividades que serão realizadas, lanche, período devocional, louvor etc.

Veja os pontos básicos para elaboração do programa da festa:

1. Recepção e Apresentação dos visitantes
2. Período dos cânticos
3. Quebra-gelo
4. Período devocional
5. Atividades (dinâmicas e brincadeiras)
6. Lanche
7. Encerramento

EQUIPE 2 – ORNAMENTAÇÃO
Essa equipe ficará responsável pela ornamentação do local da festa. Enfeite a sala de modo atraente e criativo. As cadeiras deverão ser colocadas em círculo para que tenha um bom espaço para as brincadeiras, a não ser que haja um espaço tipo palco na frente onde possa fazer as atividades. No espaço central ponha um cartaz bem bonito com um fundo vermelho (pode ser outra cor) e letras recobertas de pipocas, escrito: BEM-VINDOS À FESTA DA PIPOCA!!!

EQUIPE 3 – RECEPCIONISTAS
Duas ou três pessoas para receber os que vão chegando, especialmente os visitantes não crentes, podem usar alguma roupa especial ou identificação com o nome da pessoa que irá recepcionar.

EQUIPE 4 – LANCHE
Esta equipe ficará responsável para fazer as pipocas. Para ficar mais prático e ter pipocas quentinhas na hora, você pode alugar um ou dois carinhos de pipocas, sirva-as em saquinhos/copos, com refrigerantes ou sucos naturais. Podem ser feitas vários tipos de pipocas: salgadas, doces, coloridas, caramelizadas etc. A festa é só com pipoca, mas se preferir, você pode utilizar outros pratos feitos com milho, como o mingau de milho com coco e canela, a canjica, o milho cozido ou assado etc. A equipe deve providenciar também as pessoas que irão servir na festa, ou se haverá um local onde os próprios convidados podem se servir e pegar o lanche.

Atenção!
Com antecedência, faça bastante pipoca para serem usadas nas brincadeiras. As pipocas que serão consumidas podem ser feitas na hora da festa, pouco tempo antes de serem servidas.

EQUIPE 5 – DEVOCIONAL
A esta equipe cabe uma responsabilidade singular: preparar o momento devocional. Escolham a temática bíblica para a festa, pode ser um tema para os adolescentes cristãos ou pode ser um tema evangelístico (se o propósito da festa for o evangelismo e convidarem adolescentes não crentes). Escolha as pessoas que apresentarão o período de louvor, outra pessoa que levará a reflexão bíblica e fará o apelo.

EQUIPE 6 – CONVITES
Esta turma elaborará os convites. Eles podem ser confeccionados em pequenos cartões de cor vermelha com pipocas estouradas coladas ao cartão ou de um modo mais simples (veja sugestão abaixo). A turma distribuirá os convites para os adolescentes do grupo e também para aqueles adolescentes que não se enturmaram ainda, vão para igreja esporadicamente e ainda não se enturmaram, se o propósito for evangelístico, peça que os adolescentes distribuam os convites para seus colegas adolescentes, da escola, vizinhança etc.

OBS.: Se achar necessário, esta equipe também pode ficar responsável para confeccionar as lembrancinhas da festa, pode ser um marcador de bíblia, um saquinho de milho enfeitado e um versículo colado, um cartão com versículo etc. Essa opção é facultativa!

Sugestão de convite:



EQUIPE 7 – SOM
Sem essa equipe fica difícil de ter uma boa festa. Eles ficam responsáveis por toda parte de som do evento, equipamentos, instrumentos e microfones, caixas de som, enfim, tudo para que seja possível os ensaios e a apresentação do louvor, ministração da Palavra, a apresentação da festa em geral. Podem ficar também responsáveis pelo datashow, slides de apresentação dos cânticos e vídeos etc.

EQUIPE 8 – ATIVIDADES (dinâmicas, quebra-gelo, jogos e brincadeiras)

Esta equipe deverá preparar com antecedência os tipos de atividades que realizará na festa, ver material que precisará utilizar nas atividades, animar e envolver a todos os participantes.

ATIVIDADES


- Quebra-gelo:
Seguem abaixo duas opções:

1º) Você pode desenhar várias pipocas grandes de diferentes cores e depois cortá-las pela metade. Em um dos lados pode escrever o início de frases para serem completadas pela outra banda da pipoca, como por exemplo: em um dos lados escreve – “eu sou um sapato...” , no outro lado da pipoca escreve: “eu sou o pé desse sapato”; e assim faça outras frases para que se completem. Você pode escrever também provérbios populares ou versículos bíblicos do livro de salmos ou de provérbios. Cada pessoa que for chegando vai recebendo uma banda de pipoca. Quando começar a festa, após a recepção dos visitantes e boas-vindas, você pode pedir que cada pessoa que recebeu sua banda de pipoca, procure sua outra metade em 3 minutos, assim todos irão se entrosar e conversar uns com os outros até encontrarem seu par. Quando encontrarem seu par, deverão conversar por uns instantes, saber nome, cor preferida, a que igreja pertencem etc.

2º) Na entrada da festa cada pessoa receberá uma pipoca, serão distribuídas pipocas de várias cores, quando começar a festa, pedir que todos formem um grande círculo. Todos devem segurar a pipoca que receberam. Ao som da música o grande círculo deve se mover para um dos lados (todos andando em círculo), direito ou esquerdo. Quando a música parar o dirigente da atividade deve dar um comando, aquilo que o dirigente falar todos do círculo devem fazer, veja alguns comandos abaixo (você pode criar outros):
Atenção: todos devem ter cuidado com sua pipoca para não quebrar.

- Todos circulando no grande círculo com a pipoca em uma das mãos e com a outra segurando a mão da pessoa ao seu lado...
Comando 1 – (para a música) e diz: “misturem-se e troquem sua pipoca com alguém que você não conhece ou tem pouco contato...”
- Quando a música começar novamente, todos devem voltar para o círculo, segurando sua pipoca, ao som da música, todos continuam no mesmo movimento (escolha um dos lados)
Comando 2 – (para a música) e diz: “ao sinal de já, joguem suas pipocas para cima e cada um pegue outra pipoca de cor diferente da sua.”
- Solta a música e todos devem voltar rapidamente para o círculo...que deve continuar em movimento, cada um com sua pipoca na mão.
(antes do comando 3, quando eles estiverem em círculo, ponha um grande cesto no meio do círculo, para que ao sinal de comando eles possam colocar suas pipocas no cesto)
Comando 3 - (para a música) e diz: “todos devem colocar sua pipoca no cesto, não pode ficar nenhuma pipoca no chão, depois cada um procure uma cadeira para sentar-se...”
- Depois do comando 3 todos voltam a sentar-se nos seus lugares para continuar o programa da festa.

Obs.: o quebra-gelo é para descontrair e entrosar o grupo no início de uma atividade, não deve levar muito tempo, apenas uns 5 minutinhos e logo todos devem se acomodar novamente para continuação do programa.

Veja outras sugestões de quebra-gelo aqui

- Brincadeiras:
Para as brincadeiras você pode dividir o pessoal em grupos coloridos, esses grupos podem ser divididos com fitas coloridas que receberão na recepção, ou crachás coloridos de pipoca desenhada que serão fixadas na roupa ou em formato de crachás.
Atenção! Leia atentamente cada brincadeira e separe os materiais que devem ser utilizados para cada uma delas.

Sugestões:

1) “Acertando a pipoca (no alvo)” – Numa folha de cartolina branca, desenhar um saco de pipoca vazio, no centro do saco desenhado, ponha um desenho de uma pipoca. Com os olhos vendados, um dos participantes do grupo tentará colar uma pipoca no interior do desenho, exatamente no local onde está desenhada a pipoca. Quando chegar a vez de cada participante, o dirigente passará um pouco de cola na pipoca e a entregará ao representante do grupo, que com a ajuda deles deve caminhar até o local onde tem o saco de pipoca desenhado e colar sua pipoca em cima da pipoca desenhada.

2)Desenhando pipocas” – Cada grupo receberá uma folha de papel oficio em branco e uma caneta. Dado um sinal, o representante do grupo desenhará o máximo de pipocas possíveis. Esgotado o tempo de 30 segundos, deverão entregar o seu desenho como estiver. Uma comissão julgará os desenhos e indicará o melhor desenho com o maior número de pipocas desenhadas.

3)Jogando pipoca” – Cada grupo escolherá três participantes, eles ficarão alinhados um ao lado da outro, tendo uma pipoca na mão, cada grupo terá sua pipoca de cor diferente dos outros grupos. Dado um sinal, deverão jogar a pipoca para frente. Quem conseguir jogar a pipoca mais distante será o vencedor. No final, deverá ser feita uma jogada eliminatória com os vencedores de cada grupo. Desse modo, será escolhido o vencedor da brincadeira.

4) “Enchendo de pipoca” – Os grupos devem formar círculos com a mesma quantidade de pessoas, a pessoa que está no início do círculo deverá segurar uma vasilha com pipocas e um copo, na outra ponta do círculo a pessoa deve segurar um saco de pipoca vazio. Ao sinal do dirigente, cada grupo deve encher o copo de pipoca e passar (de mão em mão) por cada um dos componentes do grupo que estão em círculo, até que chegue naquele que estiver segurando o saco de pipoca vazio, depois devem voltar o copo vazio de mão em mão até a pessoa que está segurando a vasilha com as pipocas, que deverá enchê-lo de pipoca e passar novamente para os outros que levarão até a pessoa que estiver com o saco e assim deverão fazer até que o saco que estava vazio seja cheio de pipoca. O grupo que encher primeiro é o vencedor da partida.

5) “Corrida de pipoca” – Formar dois grupos com duas filas paralelas, cada uma delas com o mesmo número de participantes (5 participantes). Cada componente dos grupos receberá uma colher de sopa. A uma distância de três metros do início de cada fila, marcar um ponto de chegada. À frente de cada fila, sobre uma cadeira, colocar 20 pipocas. Dado um sinal, os grupos darão início à brincadeira. Cada participante do grupo, um por vez, pegará uma pipoca e levará a pipoca com a colher até o ponto de chegada, onde estará alguém com um saquinho para recebê-la. Em seguida, voltará e entregará a colher ao próximo da fila e passará para trás. A brincadeira prossegue até que todas as pipocas tenham sido transportadas pelas equipes. Será vencedora a equipe que conseguir transportar as pipocas em menos tempo.

6) “Caça às pipocas” – colorir 10 pipocas com anilina: três verdes, três amarelas, três azuis e uma vermelha. Antes do início da festa, esconder as pipocas em diversos pontos da sala. Na hora da brincadeira, formar duplas entre os participantes. Dado um sinal, as duplas sairão à procura das pipocas coloridas. Para cada cor, atribuir um valor diferente: um ponto para a verde, dois pontos para a amarela, três pontos para a azul e 10 pontos para a vermelha. Vencerá a dupla que conseguir fazer o maior número de pontos, de acordo com as pipocas encontradas. O tempo para a brincadeira poderá ser de 2 a 3 minutos.

7) “Passa a pipoca?” -  Todos os grupos formam um grande círculo. Antes da brincadeira começar, um participante de cada grupo é escolhido para passar a pipoca e outro para descobri-la. É preciso escolher antes quem deverá passar a pipoca e quem deverá descobrir onde ela está. O restante do grupo permanece em círculo com as mãos unidas e entreabertas, como uma concha fechada. O participante que vai passar a pipoca também posiciona as mãos em formato de concha, mas com a pipoca dentro. Ele deve passar as mãos dele por dentro das mãos de cada participante. Em um determinado momento ele escolhe um dos participantes do seu grupo e deixa a pipoca cair nas mãos dele sem que o resto do grupo perceba. Depois ele deve passar pelo menos mais uma vez pela fila inteira novamente, para que ninguém desconfie onde está a pipoca.  Depois disso, o participante do outro grupo deve descobrir onde a pipoca está. Se acertar - a pessoa que estiver com a pipoca faz um barulho de estouro - o grupo dele ganha o ponto.  Se errar – a pessoa não faz barulho de estouro - o grupo do que passou a pipoca ganha ponto. 


A brincadeira pode ficar mais interessante se o passador tiver, além da pipoca, mais de um objeto na mão. Pode ser um anel ou um caroço de milho por exemplo. 

8) “Pipocando” – Cada participante dos grupos deve receber um balão cheio de ar com caroços de milho dentro (pelo menos 5 caroços em cada balão para não ficar muito pesado), ao sinal do dirigente todos devem jogar seus balões para cima, quando os balões forem caindo, cada componente deve estourar os balões que conseguirem pegar. Ao estourar os balões, os milhos dentro deles cairão no chão e se espalharão, em 30 segundos, os grupo devem catar os caroços de milho que caírem, quando terminar o tempo, serão contados quantos caroços de milho cada grupo conseguiu, quem tiver catado mais caroços, ganha a prova.

9) “Quem pega mais” – Separe três componentes de cada grupo, e dê a eles uma vasilha com pipocas. Estipule uma distância em que alguém deverá segurar um copo vazio para que eles ponham as pipocas dentro. Ao sinal do dirigente, de um por um, os componentes dos grupos devem por o máximo de pipocas que puderem carregar nas costas de uma das mãos, levar até onde está o copo e colocar as pipocas dentro. Em três minutos, o grupo que tiver mais pipocas no copo, ganha a prova.

10) “Lança o milho” – Cada grupo escolhe um componente para representá-lo. Este componente que representará seu grupo receberá um saco com milho para pipoca, em sua frente numa distancia de no máximo 2 metros, haverá um copo que deverá ser grudado no chão (copo de plástico dá para ser grudado com fita gomada). Ao sinal, ao tempo de 1 minuto, o representante de cada grupo deve lançar o milho para dentro do copo de pipoca, após o tempo, aquele que tiver mais milho de pipoca dentro do copo será o vencedor da prova.

Outra opção mais desafiadora para esta brincadeira é diminuir a distância e ao invés de usar o copo, utilizar uma garrafa com a boca mais alargada.

OBS.: Se desejar, procure na internet, em sites confiáveis,  a origem e curiosidades sobre a pipoca para informar aos participantes da festa.




terça-feira, 19 de novembro de 2013

Versículo da Semana: Marcos 11:24


ENSINANDO SEUS FILHOS A ORAR

ENSINANDO SEUS FILHOS A ORAR

Ensinar os filhos a orar é um dos mais importantes legados espirituais que um pai ou uma mãe cristã podem deixar aos seus filhos. Com a instrução e o exemplo dos pais as crianças e os adolescentes podem aprender que Deus quer comunicar-se com eles, que o Senhor atende suas orações e que há poder na oração. Desde a tenra idade ensiná-los a orar alimentará a vida espiritual de seus filhos e lhes ajudarão a formar uma sólida relação com Cristo.

Nunca é cedo demais para ensinar as crianças a orar. Nunca é tarde demais ensinar seus filhos adolescentes a orar.  Mesmo antes de a criança poder falar, ter tempo para abraçá-los, abençoá-los e orar por eles é importante. Se doentes não hesite em impor as mãos e orar pela saúde de seus filhos (Tiago 5:14-15) . Quando seus filhos são pequenos, oriente-os com frases simples que eles podem repetir. Seja claro, objetivo e compreensível, assim levará as crianças à oração estimulando-os a praticar esse hábito. Se possível, dedique um tempo para investigar e orar pelos pedidos de seus filhos. Orar por seus pedidos juntamente com eles, incentivá-los-á a expressar seus desejos a Deus através da oração. Lembre-se de Provérbios 22:06 : "Ensina a criança no caminho e quando ele for velho, não se desviará dele . "


Use a Bíblia para ensinar a seus filhos que Deus quer um relacionamento pessoal com eles. Leia com eles Marcos 10:13-16, onde Jesus teve tempo de abraçar, abençoar e orar pelas crianças. Diga aos seus filhos sobre como Deus se comunicava com Samuel quando ele era ainda uma criança ou como Josias tornou-se rei quando ele tinha apenas oito anos (1 Samuel 3 e 2 Reis 22:1). Seus filhos, através da Bíblia, devem saber que a idade não é um impedimento para Deus usá-los ou comunicar-se com eles. Explique que a oração é uma forma pessoal de se conectar com um Deus que os ama, escuta, entende e atende.

Esse mesmo Deus que cuida e ama a criança e o adolescente também tem o poder de responder às orações. Aumente a fé de seus filhos lendo as histórias da Bíblia que testemunham o poder da oração e da fé. Partilhe com os seus filhos testemunhos como o de Ana que orou por um filho e Deus lhe concedeu, fale sobre o filho da viúva de Suném que levantou quando Eliseu orou ou quando cinco mil pessoas foram alimentadas quando Jesus orou para multiplicar os dois peixes e cinco pães (1 Samuel 1, 2 Reis 4:8-20, João 6:1-15 ). Combine as histórias da Bíblia com testemunhos pessoais que Deus lhe atendeu respondendo às orações. Os testemunhos de orações respondidas ajudam seus filhos a crescer na fé e a motivá-los a apresentar suas necessidades ao Senhor com confiança em oração.

Se você deseja que seus filhos sejam pessoas que oram, seja você um exemplo de alguém que pratica a oração. Lembre-se de orar porque amamos a Deus e há um desejo genuíno de cultivar um relacionamento íntimo com Jesus.
É importante ressaltar que não oramos apenas para pedir algo a Deus, mas pelo desejo íntimo que temos de nos relacionar com Ele, assim na oração, além das nossas petições pessoais, temos a confissão, a adoração, ações de graças, intercessões pelos outros etc.



Se você tem filhos adolescentes não é impossível ensiná-los o hábito de orar, procure ser mais presente na vida de seus filhos, é preciso tempo para um relacionamento, isso é importante também para com Deus. Crie o hábito de orar junto com seus filhos antes de saírem de casa, antes das refeições, ao chegarem de uma viagem agradecendo a Deus... Faça calendários de oração para compartilharem juntos os pedidos comuns e pessoais, ponha em um local visível para que vejam e se lembrem de orar todos os dias, juntos apresentem a Deus seus objetivos de oração, veja um modelo abaixo que você pode imprimir e colar em sua geladeira ou armário para se lembrarem de orar diariamente. Procure compartilhar com seu filho sobre o dia na escola, as lutas e vitórias do dia a dia, os desafios e assim ao final da conversa convide seus filhos a apresentarem a Deus suas dificuldades e também expressar gratidão.

Esforça-te, não desista, se não conseguir convencer seu filho adolescente a orar nas primeiras tentativas, seja criativo, ore a Deus por seus filhos para que o Espírito Santo lhe ajude nesta tarefa de ajudar e ensinar seus filhos a orar. Seja paciente e perseverante, não force, mas com amizade e carinho, aos poucos, vá convencendo e usando estratégias para estimulá-los ao hábito da oração, e como já foi dito anteriormente, seja você, pai e mãe, um exemplo, se seus filhos não viam vocês orando, comece a praticar e demonstrar a seus filhos como é bom e importante falarmos diariamente com Deus.

Texto traduzido e adaptado aos adolescentes do texto de Camilo Garcia da Radio Cristiana


Sugestões para estimular e ensinar seus filhos adolescentes a orar:
- Nos diálogos converse mais sobre oração;
- Procure saber se seus filhos sabem orar ou sentem dificuldades, se não conseguir fazer isso sozinho peça a ajuda de um líder de adolescente ou professor da classe bíblica de seu filho;
- Mantenha o hábito de sempre orar para sair de casa e sempre que chegarem de viagens, dos passeios, antes das refeições (até mesmo fora de casa) etc. Orarem quando houver enfermidades, problemas, desafios e também nas festividades, comemorações. Em nossa casa, nos aniversários, sempre antes de cantar os parabéns, fazemos uma oração de gratidão a Deus, mesmo diante de convidados não crentes, isso servirá como testemunho...
- Reflita sobre a possibilidade de fazer o culto doméstico em sua casa, uma prática importantíssima!
- Crie estratégias, métodos variados, para orar junto com seu filho, como calendários coletivos ou pessoais de oração, bilhetes diários para Deus, caixinha de pedidos para abri-la no final do ano, devocionais etc; Veja algumas sugestões aqui: CADEDI 1, CADEDI 2, Calendário semanal, devocionais 1 e 2 etc.
- Compre livros de linguagem acessível e bíblicos que falem sobre oração e estimule seus filhos a lerem (antes de presentear seu filho com um livro leia-o antes ou tenha referências confiáveis);
- Sempre que forem orar compartilhem de fatos bíblicos que tratam da oração e como é eficaz;
- Converse com seus filhos sobre as respostas às orações, nem sempre recebemos um sim, explique porque compreender a vontade de Deus é importante, é preciso saber que nossos pedidos também devem ter motivações corretas e que devem estar de acordo com a vontade de Deus, não devemos pedir por coisas ou permissividades que são contrárias à Bíblia, explique com carinho e paciência sobre isso, principalmente para os adolescentes...
- Seja paciente, amoroso, perseverante e não desista de ensinar e estimular seus filhos a orar.

Veja um modelo de calendário de oração familiar abaixo:




terça-feira, 12 de novembro de 2013

Aviso!

Queridos, na permissão do Senhor, nesta quarta-feira (13/11) viajamos para a região Sudeste, estaremos em alguns trabalhos nas igrejas de quinta a domingo, retornaremos dia 18/11. Atualizações do blog e respostas aos e-mails recebidos somente a partir do dia 20/11. Orem por nós! Até logo, abraços.

Janaína Costa

ministerio.c.adolescentes@gmail.com

sábado, 9 de novembro de 2013

Verdadeiro ou Falso? A Bíblia Responde!

Verdadeiro ou Falso?!
O que andam dizendo por aí?

Alguns afirmam:

 “Jesus cumpriu a lei, não precisamos nos preocupar mais com isso!”
“Pecado depende da consciência de cada pessoa!”
“Os mandamentos são coisas do passado!”

O que você acha? Essas afirmações são Verdadeiras ou Falsas?
Você já ouviu esses tipos de afirmações ou algo parecido? Há quem diga que não se precisa mais obedecer aos mandamentos de Deus e que o cristão deve viver sua vida como bem desejar. O que a Bíblia diz sobre isso?

As afirmações acima são FALSAS! Estão equivocadas e eivadas de intenções obscuras. Esse tipo de pensamento não é novo, Jesus o combateu e os apóstolos também. É uma concepção do Antinomianismo. Você sabe o que significa? Veja no texto abaixo de Silas Daniel uma breve explicação sobre esse assunto. Procure também ensinar aos adolescentes sobre essas temáticas, cremos ser de muita importância alertar aos adolescentes sobre tantas correntes de pensamentos equivocados que têm surgido nessa pós-modernidade. Procure pesquisar mais sobre esse assunto em fontes confiáveis, fundamente-se na Palavra de Deus, e participe esse conhecimento aos adolescentes.

A praga do antinomianismo
Por Silas Daniel

Não somos salvos para viver licenciosamente, mas para viver uma nova vida em Cristo.
Uma das maiores pragas a grassar o meio evangélico em nossos dias é o antinomianismo. O que vem a ser isso?

Antinomianismo é a negação da importância dos mandamentos divinos para a vida do cristão. É o extremo oposto do legalismo. É o que o apóstolo Judas denominou, na Epístola que leva o seu nome, de “transformar em libertinagem a graça de Deus” (Jd v4). O antinomianismo foi combatido por Jesus (Mt 7.15-27; Jo 14.15; 15.10,14) e pelos apóstolos – além de Judas, já mencionado, Paulo (Rm 3.31; Rm 6; Cl 3), Pedro (2Pe 2), Tiago (Tg 2.14-26) e João, em sua Primeira Epístola, combateram essa heresia. Aliás, João assevera explicitamente que escreveu sua primeira missiva para combater a influência de duas heresias gnósticas de seu tempo, a saber: a negação da divindade de Cristo e a prática do antinomianismo (1Jo 5.13).


Refletindo sobre o evangelicalismo de nossos dias no Ocidente, percebemos, infelizmente, que a influência da mentalidade pós-moderna sobre boa parte dos cristãos de hoje tem levado muitos a confundirem obediência aos mandamentos divinos com legalismo e graça com ausência de normas de conduta. Trata-se de uma torção absurda de significados.


Legalismo é, de forma geral e à luz da Bíblia, a ideia de justificação pelas obras, a fixação imprópria de regras de conduta como necessidades para Salvação e a negligência ou ignorância em relação à graça de Deus. Porém, para alguns cristãos pós-modernos, legalismo não é isso. Legalismo, imaginam, é qualquer tipo de exortação concernente à conduta moral. Por isso, para eles, “é proibido proibir”. Porém, o Novo Testamento está repleto de passagens que condenam contundentemente uma série de comportamentos (Mt 5.28-29; Sl 101.3; 1Jo 2.15-17; 2Tm 2.22; Tt 2.12; Tg 1.14; 1Pe 2.11). E se cristãos pós-modernos costumam generalizar dizendo que “tudo depende da consciência da pessoa”, a Bíblia demonstra que nem tudo é questão de consciência (Gl 5.19-25).


Olhando para o nosso país hoje, justamente por essa distorção, o vertiginoso crescimento evangélico brasileiro não é de todo alentador, já que em muitos lugares o que se vê é um cristianismo meramente nominal, influenciado pela cultura pós-moderna. São pessoas que se declaram de Deus, seguidoras de Jesus, mas cujo comportamento se choca frontalmente com os mandamentos divinos e não acham isso absolutamente nada demais. Dizem que são de Deus, mas não estão interessadas em nenhum compromisso com Seus mandamentos. Sua visão de Deus se dá apenas em termos utilitaristas ou na forma de uma “muleta” psicológica. No primeiro caso, objetivam de Deus somente bênçãos materiais e físicas (a bênção de Deus acima do Deus da bênção), fazendo de Deus o meio para um fim e não um fim em si mesmo; no segundo, tratam-nO apenas como um ser preocupado em estimular seus egos, que está disposto a diariamente ser usado por meio de palavras e gestos diários para inflar a autoestima delas sem se “intrometer” na forma como desejam conduzir as suas vidas. Enfim, acham que Evangelho é sinônimo de autoajuda, nada mais.


Não nos iludamos: para ser verdadeiramente cristão, seguidor de Cristo, filho de Deus, alguém de Deus, não basta a pessoa ter apenas uma confissão de fé em Jesus. Aliás, mesmo que a pessoa tenha uma confissão de fé integralmente ortodoxa, não basta isso para ser considerada uma cristã verdadeira. Conforme o apóstolo João em sua Primeira Epístola, as evidências da verdadeira fé cristã, além de crer em Jesus como Filho de Deus (isto é, na deidade de Jesus; e crer nEle como o Cristo, isto é, o Messias – 5.1,5-12,20 –, pois aquele que não aceita Jesus como Filho de Deus não tem a vida – 5.12), são:


1) Viver segundo os mandamentos divinos (2.3-6).


2) Amar seu irmão e praticar esse amor (2.9; 3.10; 5.1).


3) Não viver na prática do pecado, mas buscar sempre e constantemente viver uma vida de santidade (3.2,3; 5.18).


4) Não amar o mundo e seu estilo de vida (2.15-17).


Segundo o crivo bíblico, quem não vive dessa forma não pode ser chamado de alguém “de Deus”.


A graça de Deus não nos libera da obrigação de obedecer às leis morais de Deus. A graça não é uma licença para a desobediência, mas a porta que Deus nos abre para a possibilidade de vivermos uma vida santa diante dEle.


A Nova Aliança inclui mandamentos, determinações, ou seja, a lei moral. Jesus, e não Moisés, disse: “Se me amardes, obedecereis os meus mandamentos” (Jo 14.15). E mais: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele” (Jo 14.21).


Em seu Sermão da Montanha, Jesus adverte-nos contra a ideia de que Ele estaria defendendo o antinomianismo. Cristo faz questão de esclarecer que nem negligenciava nem destruía a Lei, e nem tinha o intento de destruir a Lei posteriormente ao cumpri-la toda: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um desses mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus” (Mt 5.17-19).


O que, então, foi abolido da Lei por meio de Cristo? Quando Jesus cumpriu a Lei, foram abolidas as leis cerimoniais, que apontavam para o sacrifício de Cristo, e as leis regimentares. A lei moral, ou seja, o aspecto moral da Lei, permanece no Novo Testamento. E a questão da “maldição da Lei”, de que fala Paulo? Ela diz respeito às sanções punitivas a que estamos sujeitos por não podermos cumprir toda a Lei. Ao cumprir as exigências da Lei para nós, Cristo removeu a maldição da Lei para longe de nós, e não a Lei, isto é, os mandamentos morais de Deus para as nossas vidas. A graça de Deus não é chancela para a anarquia. Os mandamentos de Deus devem ser vividos, mas agora, como filhos de Deus, não mais como um peso.


Enfim, não somos salvos por obedecer aos mandamentos divinos, mas somos salvos para vivermos segundo os mandamentos divinos. Não somos salvos para viver licenciosamente, mas para viver uma nova vida em Cristo. Portanto, fora com o antinomianismo.

Fonte: CPAD NEWS aqui (acesso em novembro de 2013)